quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O Retorno ao Lar

Carta 4 - O Retorno ao lar
Voltei da missão e por um tempo lutei para me recuperar, era tudo muito dificil, eu precisava continuar fazendo fisioterapia, entretanto não havia lugar, quando consegui um lugar graças ao Conselheiro da missão lodrina na época Victor Jara, entretanto eu não tinha como ir até o lugar para me tratar a não ser andando, o que me prejudicou durante todo o tratamento. Por fim eu continuava a namorar com sua mãe, e estava de certa forma consolado com isso.
Devidos a problemas de comportamento e ao insucesso do tratamento, acabei terminando minha missão dessa forma. Talvez no inicio eu tenha me sentido frustrado com isso, mais tenho comigo que me doei ao maximo nessa obra, e mesmo com toda as dores que sentia durante a missão, eu amei a cada pessoa que ensinei, a cada pessoa que batizei.
Enfim estava em casa novamente e uma nova pespectiva se abrira novamente, ja estava liberado para não somente namorar mais tambem me casar. Retomei o namoro com sua mãe e continuamos no mesmo ritmo, eu via ela pelo menos umas 5 vezes na semana, com o tempo falar de casamento foi uma coisa quase que natural, mais não tinhamos nada certo a respeito disso. Me recordo que quando realmente resolvemos que nos casariamos, foi por causa da perseguição que estavamos sofrendo por parte das mnha cunhada mais velha, enfim ela influenciava muito as outras cunhadas e tias suas menores e o fazia o terro pra gente, a ponto de chorarmos abraçados muitas vezes, me recordo em especial uma vez no quintal da casa, la na rua dos arquitetos no bairro caiçara.
Minha filha sua mãe, pensava em fazer missão, na época ela não tinha a idade ainda, ela tinha apenas 18 anso recem completados, eu queria me casar pq sei que realmente fomos feito um para o outro, enfim, por pressão minha, por pressão da liderança, e consequentemente por causa da pressão contraria de suas tias acabamos por marcar o casamento, inicialmente sua mãe queria se casar em 21 de setembro de 2005 e eu assim que me fosse permitido. Começamos a nos preparar para essas coisas, a ver moradia, e a buscar em saber como viveriamos, eu na época tinha um comercio na avenida julio de castilho, estava quase tudo dentro dos planos, tinhamos a opção de morar ou na casa da familia da sua mãe no bairro dos laranjais, inclusive até me apressei para ver a reforma do local, ou poderiamos morar na casa que foi da minha familia, que fica no bairro das moreninhas, casa que foi do seu falecido avô Lucas.
Inicalmente a ideia de morar nos laranjais era legal e agradava pela proximidade maior ao centro da cidade e casa dos parentes de sua mãe, mais por outro lado eu me preocupava muito com o tipo de influencia que sua mãe receberia da familia dela no decorrer do pós-casamento, eu temendo essas coisas, redarguir sua mãe para que morassemos nas moreninhas, pq acreditava que quanto mais longe morassemos da influencia da familia dela melhor seria.
Minha filha eu não tenho nada contra a familia da sua mãe, eles sempre nos ajudaram muito, sempre foram amaveis, até mesmo minha cunhada mais velha, mais eles sofreram muito na vida, e como reflexos dessas coisas até hoje distorcem muitos valores.
Aconteceu que após as escolha da casa eu comecei a reforma com o que eu podia, eu ja havia vendido o carro para poder montar o comercio, e trabalhava para adiantar a reforma da casa, pelo o que eu sentia de sua mãe ela estava feliz com a nova pespectiva, ficava aos olhos de todos que nos amavamos demais, e eu ainda a amo até este momento.
Mas seguindo o relato, acabamos adiantando o casamento, E acabamos nos casando dia 27 de novembro de 2004 no civil e no dia 30 de novembro no templo,